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QUANDO O SEXO VIRA CASTIGO: O que o terror slasher diz sobre o conservadorismo norte-americano?
O cinema não se limita ao entretenimento nem representa um vazio cultural, mas opera como um arquiteto da opinião pública. Suas narrativas entrelaçam ficção e realidade e servem como mecanismos de manutenção social por meio da metáfora e da semiótica. Esse papel tornou-se ainda mais evidente nas décadas de 1970 e 1980, no período de choque entre a ascensão do neoconservadorismo e a herança libertária dos movimentos civis, protagonizados, em muitas vertentes, pela juventude.
Revista Epifania
há 2 dias4 min de leitura
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